quinta-feira, 31 de julho de 2014

Os 40 canais mais rentáveis do YouTube

Uma grande quantidade de canais no YouTube surge a cada dia. Materiais criados por especialistas em jogos de video game, músicos independentes, analistas de conteúdos multimídia e diversos outros ganham cada vez mais espaço na internet mundial. Mas você saberia dizer quais são as celebridades do YouTube que mais ganham dinheiro em todo o mundo com esse tipo de conteúdo?
O site Celebrity Networth fez um estudo realizando cálculos para saber quanto cada uma das 40 maiores celebridades do serviço ganham em seus canais. Vale dizer que foram utilizados apenas canais internacionais e que contam com vídeos publicados em inglês. Por essa razão, alguns dos canais mais rentáveis do Brasil não entraram na lista — incluindo o Porta dos Fundos, que tem ganhos estimados em R$ 2 milhões anuais.

A lista

Abaixo, você confere quais são os 40 canais que mais ganham dinheiro no YouTube segundo os cálculos já mencionados. Além do nome dos canais, você pode conferir também os ganhos anuais estimados e o número de vezes que os vídeos de cada um deles são vistos no mesmo período (informação entre parênteses).
  1. Pewdiepie: US$ 7 milhões (3,7 bilhões)
  2. BlueXephos: US$6,7 milhões (2,4 bilhões)
  3. Smosh: US$ 5,7 milhões (3.1 bilhões)
  4. DisneyCollectorBR: US$5 milhões (1,6 bilhão)
  5. BluCollection: US$ 4,8 milhões (1,4 bilhão)
  6. JennaMarbles: US$ 4,3 milhões (1,4 bilhão)
  7. TobyGames: US$ 4,2 milhões (1,6 bilhão)
  8. RayWilliamJohnson: US$ 4 milhões (2,6 bilhões)
  9. UberHaxorNova: US$ 3,5 milhões (1,1 bilhão)
  10. RealAnnoyingOrange: US$ 3,4 milhões (1,9 bilhão)
  11. CollegeHumor: US$ 3,3 milhões (2,3 bilhões)
  12. CaptainSparklez: US$ 3,2 milhões (1,3 bilhão)
  13. ERB: US$ 2,4 milhões (893 milhões)
  14. Nigahiga: US$ 2,3 milhões (1.7 bilhão)
  15. BoyceAvenue: US$ 2,3 milhões (1,2 bilhão)
  16. SkyDoesMinecraft: US$2,3 milhões (1,7 bilhões)
  17. AdamThomasMoran: US$ 2,2 milhões (614 milhões)
  18. TheFineBros: US$ 2,2 milhões (1,4 bilhões)
  19. Tobuscus: US$ 2 milhões (940 milhões)
  20. TheWillyRex: US$ 2 milhões (1 bilhão)
  21. HolaSoyGerman: US$ 2 milhões (1,1 bilhão)
  22. TheBajanCanadian: US$ 2 milhões (574 milhões)
  23. SpeedyW03: US$ 2 milhões (731 milhões)
  24. FreddieW: US$ 1,8 milhão (980 milhões)
  25. Sxephil: $1.7 milhão (1,2 bilhão)
  26. TheLonelyIsland: US$ 1,7 milhão(1,4 bilhão)
  27. WhiteBoy7thst: US$ 1,7 milhão (590 milhões)
  28. Vegetta777: US$ 1,6 milhão (586 milhões)
  29. Potemi926: US$ 1,6 milhão (422 milhões)
  30. TheDiamondMinecart: US$ 1,4 milhão (400 milhões)
  31. MichellePhan: US$ 1,3 milhão (890 milhões)
  32. FPSRussia: US$ 1,3 milhão (600 milhões)
  33. EpicMealTime: US$ 1,3 milhão (668 milhões)
  34. PrankvsPrank: US$ 1,3 milhão (638 milhões)
  35. Vsauce: US$ 1,2 milhão (577 milhões)
  36. ElRubiusOMG: US$ 1,1 milhão (610 milhões)
  37. TheRadBrad: US$ 1 milhão (774 milhões)
  38. Shane Dawson: US$ 1 milhão (1 bilhão)
  39. SHAYTARDS: US$ 1 milhão (809 milhões)
  40. TimothyDeLaGhetto: US$ 1 milhão (553 milhões)

Os mais conhecidos dos brasileiros

Apesar de todos estes canais serem bem famosos em todo o mundo, há alguns deles que são bem conhecidos do público brasileiro. Você já deve ter identificado alguns deles somente pelo nome, mas agora nós vamos mostrar um pouco mais de alguns. Será que o seu favorito está na nossa lista?

RealAnnoyingOrange: 3,8 milhões de inscritos

“Hey! Hey, Apple! Hey! Apple! Apple, hey! Heeeey, Apple!” Você já deve ter ouvido essas frases anteriormente, pois elas fazem parte de um dos primeiros vídeos criados pelo canal RealAnnoyingOrange. Hoje há uma variedade bem maior de criações, incluindo a “Laranja Irritante” jogando video game com os comentários divertidos de sempre.

FPS Russia: 5 milhões de inscritos

Quer saber mais sobre armas de fogo e explosivos de alto poder de destruição? Então você precisa conhecer o canal FPS Russia, que é conduzido pelo norte-americano Kyle Myers no papel do russo Dmitri Potapoff. Em algumas ocasiões, ele ainda aproveita para contar um pouco da história dos armamentos que são analisados em seus vídeos.

Boyce Avenue: 5,9 milhões de inscritos

Boyce Avenue é uma banda dos Estados Unidos, que ficou muito famosa em todo o mundo ao gravar uma grande quantidade de covers de músicas famosas. Eles tocam desde 2006, mas foi com o auxílio do YouTube que o talento da Boyce Avenue foi difundido ao redor do mundo. Hoje, além de covers eles utilizam o canal para divulgar músicas autorais.

Epic Meal Time: 6,4 milhões de inscritos

Criado por canadenses, o Epic Meal Time reúne algumas pessoas que são muito apaixonadas por comida. No canal são realizados diversos desafios, que geralmente consistem em conseguir comer alimentos altamente calóricos — muitas vezes contando com altas quantidades de bacon.

FreddieW: 6,9 milhões de inscritos

Cineasta e músico, Freddie Wong ficou conhecido em todo o mundo por criar vídeos independentes e repletos de efeitos especiais que deixam qualquer estúdio de Hollywood com inveja. Os seus vídeos são muito disseminados pela altíssima qualidade com que são produzidos.

CollegeHumor: 7,5 milhões de inscritos

O canal CollegeHumor é uma divisão de um dos maiores sites de humor do mundo, que possui o mesmo nome. Nele, são postados vídeos produzidos por uma equipe profissional com bastante frequência. O CollegeHumor é um dos maiores canais de humor dos Estados Unidos e vem crescendo

Smosh: 18 milhões de inscritos

Smosh é uma dupla de comediantes que começou a lançar vídeos no site NewGrounds, tendo aproveitado o bom momento da expansão do YouTube em 2006 para se tornar um dos canais de vídeos mais populares da internet, com obras sobre games, música e entretenimento. Além de vídeos em inglês, eles possuem também uma grande quantidade de vídeos dublados para o idioma espanhol — todos relacionados à comédia.

PewDiePie: 29 milhões de inscritos

O canal com mais inscritos de todo o YouTube é o PewDiePie. Ele é sueco e ficou famosos em todo o mundo por realizar comentários acerca de jogos de video game. Ele também ficou conhecido por apoiar uma série de desenvolvedores independentes de games. Um canal muito divertido e que deve agradar bastante aos gamers.

Descoberta grave falha no padrão USB que permite infectar até mouses

Como se já não bastasse a quantidade incontável de malwares, spywares e um bocado de outros tipos de ameaças virtuais que podem infectar seu computador, uma dupla de pesquisadores descobriu que todo e qualquer dispositivo que utiliza conexões USB possui uma falha de segurança fundamental que se refere à forma como o padrão foi criado. Há um modo de alterar o firmware da conexão desses aparelhos para que o chip controlador do USB infecte e tome conta de boa parte dos aparelhos que conhecemos.
Pior do que ficar sabendo disso e saber que não há praticamente nada que possamos fazer para nos defender além de simplesmente não conectar nossos aparelhos em nenhum outro computador que não o nosso ou um completamente confiável.
A falha é tão grave que a dupla de pesquisadores, Karsten Nohl e Jakob Lell, que descobriu a vulnerabilidade, escreveu um pequeno e simples malware e infectou a conexão USB de um pendrive. Eles tiveram sucesso em dominar completamente um computador e até puderam redirecionar todo o tráfego da conexão com a internet desse aparelho.

Antivírus não adianta

O problema de uma falha no firmware do padrão USB é que não há antivírus no mundo que consiga limpar um aparelho que foi infectado por esse meio. O chip simplesmente não é acessível para o sistema operacional, nem para softwares de terceiros, e não pode ser modificado depois de ser hackeado.
Fora isso, é importante lembrar que praticamente todos os nossos dispositivos da atualidade utilizam conexões desse tipo e são passíveis de serem infectados, como mouses, teclados, smartphones, celulares comuns, pendrives e impressoras. Parece até o apocalipse digital, uma vez que não podemos simplesmente nos livrar de tudo isso ou parar de usar aparelhos com conexão USB.
A falha será apresentada na conferência de segurança digital Black Hat em Las Vegas e acredita-se que, em alguns meses, poderemos ter alguma solução para o problema, mas isso tudo é apenas uma suposição.

Brecha para espionagem

Para piorar ainda mais, fontes do Wired acreditam que a NSA, a agência de espionagem global dos EUA, já está explorando essa falha há algum tempo, o que poderia explicar o sucesso da agência de se infiltrar em sistemas tidos como invioláveis.
De qualquer forma, com isso tendo se tornado público, é necessário ficar de olho na forma como você utiliza aparelhos USB a partir de agora, até mesmo o seu mouse ou teclado USB.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Facebook testa notificação na tela de bloqueio do Android; veja como ativar

Facebook está testando um novo sistema de notificações para a versão do aplicativo desenvolvido para Android que permitirá aos usuários conferirem novidades da rede social diretamente na tela de bloqueio.
Quem usa a versão de testes do programa já deve estar aproveitando desta novidade, que agora exibe pedidos de solicitação de amizade e interações na própria lockscreen. O visual de cada notificação é bem parecido com a de um card do Google Now, com a foto da pessoa e a descrição da notificação.

Nos rastros do Android L

Coincidência ou não, uma das grandes novidades que chegarão junto com o Android L são as notificações na tela de bloqueio do aparelho – algo que já existe há anos no iOS, mas que nunca tinha dado as caras oficialmente no sistema do robô.
Dessa forma, o Facebook está se antecipando a uma das novidades do SO da Google, mostrando que a empresa está bem atenta à versão do aplicativo para Android. Além disso, o recurso é praticamente idêntico aquele visto no Facebook Home. E para usar esse sistema de notificação novo, não é preciso ter instalado o Android L.

Como ativar no seu Android

A novidade aparentemente funciona em qualquer dispositivo com Android. Porém, não é garantido que o recurso estará disponível para todos os usuários da versão de testes. Ao TechCrunch, o Facebook afirmou que a atualização foi disponibilizada apenas para um pequeno grupo
Para descobrir se você é um dos usuários escolhidos, tudo o que precisa fazer é tornar-se um testador da versão de testes do aplicativo. Basta seguir os seguintes passos abaixo e testar a versão do sistema.
  • Entre para o grupo do Google “Facebook for Android Beta Testers
  • Acesse este link e clique em “Tornar-se um testador
  •  Desinstale o aplicativo oficial Facebook no seu aparelho
  • Abra a página do aplicativo na Play Store e reinstale o aplicativo, atualizando-o ou instalando-o.

Como funciona

Ao tocar na notificação, você será direcionado diretamente para o Facebook, após desbloquear a tela. Para ignorar a mensagem, basta apenas deslizar o dedo para cima, mantendo o dispositivo bloqueado.
Todas as notificações serão empilhadas umas em cima das outras, de vários remetentes diferentes. Para não receber mais notificações na tela de bloqueio, pasta clicar no ícone no formato de três pontos que fica no canto superior direita da tela.
Lembrando que este é um recurso experimental, ou seja, pode ser que ele não apareça na versão final do Facebook. O sistema de notificações do Android L deverá se sobrepor a este recurso, mas a empresa ainda vai beneficiar todos os usuários que não atualizarão seus aparelhos para a nova versão do SO.

Lumia especialmente produzido para fãs de "selfies" deve surgir em agosto

No final de abril começaram a circular muitos rumores acerca de um smartphone Lumia que chegaria ao mercado com uma câmera frontal de alta qualidade, sendo especialmente produzido para os fãs de “selfies”. O aparelho era cogitado com o nome de “Superman” e contaria com hardware intermediário para o mercado, tendo como principal destaque a já mencionada câmera frontal de 5 megapixels.
Agora, novas informações surgem para indicar quando o celular deve chegar às lojas internacionais.  Espera-se que ele chegue ao mercado já em agosto, entre a terceira e quarta semana do mês. Quanto às principais expectativas para o aparelho, há rumores de que o processador será um Qualcomm Snapdragon 400 quad-core, com GPU Adreno 305 para melhorar os gráficos de games e outros aplicativos visuais.
Além disso, ele deve contar também com uma câmera traseira de 8 megapixels, tela de 5 polegadas e resolução de 720x1280 pixels. Ainda não há qualquer informação sobre os preços que serão cobrados pelos smartphones — ainda sem nome oficial. Nos Estados Unidos, é bem provável que o smartphone seja distribuído nas operadoras Verizon e AT&T, mas ainda não há dados sobre o lançamento dele em outros países.

Vulnerabilidade no Android pode afetar até 82% dos usuários

Um grupo de pesquisadores do Bluebox Labs descobriu uma vulnerabilidade bem grave no sistema operacional Android. Trata-se de uma falha que está sendo chamada de Fake ID e que permite que usuários mal intencionados se aproveitem de um bug no sistema de assinaturas criptográficas de aplicativos, conseguindo assim burlar certificados dentro dos aparelhos. E o pior: segundo os pesquisadores, isso pode afetar até 82,1% dos consumidores de Android.
Isso acontece porque essa é a quantidade de pessoas que utiliza o sistema operacional entre as versões 2.2 e 4.4 — as que podem ser afetadas pela vulnerabilidade. Mas como exatamente isso pode nos afetar? O Fake ID permite que certificados falsos possam ser identificados como verdadeiros pelos verificadores internos, graças ao número limitado de checagens que são feitas pelo Android. Ou seja: é como se um adolescente tentasse entrar na balada com a identidade de outra pessoa e o segurança não olhasse direito para o documento.
Nas demonstrações da falha, o Bluebox Labs utilizou certificados da Adobe para validar aplicativos maliciosos — não criados pela mesma empresa, é claro — em verificadores originais do sistema operacional. Isso se mostrou ainda mais grave quando os pesquisadores mostraram que é capaz até mesmo de abusar dos verificadores de certificados NFC para ter acesso indiscriminado ao Google Wallet — o que pode resultar em perdas financeiras.

Segundo o The Guardian, a Google já lançou atualizações de correção para as empresas parceiras do Android e do Android Open Source Project, mas ainda não é possível dizer quantos consumidores foram beneficiados por ela até o momento. Em suma, é importante saber que a vulnerabilidade ainda está ativa e que ela pode afetar usuários do Android 2.2 ao 4.4.

TIM cogita fusão com a GVT, segundo executivo


TIM e GVT são nomes que tem andado juntos há um bom tempo na mídia, sempre envolvidas em boatos sobre uma possível fusão. Agora, Marco Patuano, presidente mundial da Telecom Italia, maior acionista da TIM, alimentou esta possibilidade, ao dizer que não descarta um possível negócio.
Patuano foi evasivo ao ser questionado sobre o assunto após reunião com a presidenta Dilma Rousseff, onde foi anunciado que a operadora TIM fará investimentos de R$ 4 bilhões este ano para melhorar a qualidade do serviço de telefonia móvel.
“Tem muita especulação sobre a possibilidade de um negócio entre TIM e GVT. Acho difícil evitar as especulações. Somos uma companhia bem sucedida no [ramo de telefonia] móvel, eles são uma companhia de ótimo nível de qualidade no fixo. Então, o feito que tem sinergia é um feito óbvio. Não descartamos nada, porém não é um tema que estejamos focando neste momento”, afirmou ele.
De fato, oficialmente, a TIM nega categoricamente que as negociações existam, embora Patuano deixe a porta aberta para alguma coisa no futuro. Recentemente, a empresa emitiu o seguinte comunicado: "Não há negociação em andamento entre a companhia e a Oi, ou mesmo entre a companhia e a GVT, envolvendo qualquer tipo de aquisição ou combinação de negócios".

Empresa inicia pré-venda do iPhone 6 de ouro por R$ 10 mil


O iPhone 6 oficialmente ainda não existe, mas quem quiser já pode entrar em uma fila especial para fazer a pré-compra do aparelho. Basta pagar a partir de US$ 4,5 mil (R$ 10 mil) pela versão de ouro 24 quilates que uma empresa americana de artigos de luxo chamada Brikk está vendendo.
Há algumas opções de customização do seu iPhone 6 de luxo, que vem com alternativas em ouro, platina e incrustado com diamantes. O cliente pode escolher o celular na cor preta ou branca, ou então optar por uma versão de platina pura.
Quem preferir, pode preencher o logotipo da Apple na traseira do aparelho com diamantes de 1,08 quilates. As opções variam entre US$ 4,5 mil, para quem não quer gastar muito, e US$ 8,8 mil, para quem prefere ostentar um pouco mais.
Os aparelhos da Brikk estarão disponíveis para envio cerca de um mês depois do lançamento oficial do iPhone 6, que deve acontecer em setembro, se a Apple mantiver a tradição dos anos anterior. Isso dará tempo aos artesãos para customizar o aparelho antes de entregá-lo ao consumidor.
O pessoal da Brikk certamente confia nos rumores sobre o aparelho. A página descreve que a personalização será feita sobre um aparelho com tela de 4,7 polegadas com 128 GB de armazenamento interno. Caso as expectativas da indústria e da empresa se confirmem, o iPhone 6 será o maior já lançado e com o maior espaço para armazenamento de arquivos.
Claro, nada disso é confirmado pela Apple, então é necessário aguardar até lá para saber se os planos da Brikk continuarão os mesmos em alguns meses.

Veja como funciona a tatuagem que desbloqueia o Moto X


A divisão de projetos e tecnologias avançadas do Google se uniu recentemente à VivaLink para revelar o lançamento de uma tatuagem provisória que serve para desbloquear o Moto X, e agora a Motorola explicou por que decidiu embarcar no projeto.
Em vídeo divulgado nessa terça-feira, 22, a empresa diz uma pessoa desbloqueia o celular cerca de 39 vezes por dia, demorando algo em torno de 2,3 segundos para isso. Assim, muita gente sequer usa um recurso de bloqueio para não ter trabalho quando for usar o aparelho.

A Motorola já tinha apresentado um clipe que a pessoa junta à roupa e faz o desbloqueio e agora surgiu com a tatuagem. Ela dura cerca de cinco dias e permanece na pele mesmo após o banho ou se o usuário suar. Ela é vendida em pacote com 10 que custa US$ 10.

Tecnologia que promete internet 10x mais rápida quer substituir TCP/IP

O protocolo TCP/IP merece respeito, já que levou a internet nas costas desde sua criação até hoje. No entanto, cientistas das Universidade de Aalborg, do MIT e da Caltech desenvolvem uma maneira de driblar suas limitações, que poderia multiplicar por 10 vezes a velocidade de transmissão de dados, com uma tecnologia chamada “network coding”, ou codificação de rede. A novidade poderia ser uma chave para a criação das redes 5G futuramente.
O problema com o bom e velho TCP/IP, segundo os pesquisadores, é que ele pode ser bastante ineficiente e, às vezes, inseguros, abrindo espaço para espionagem e roubo de informações. Atualmente, os nós da rede recebem os pacotes de dados e os reencaminham exatamente como foram recebidos e na ordem de chegada. Já com a nova tecnologia, os nós seriam capazes de redirecionar e recodificar os pacotes conforme necessário, evitando também a interceptação das informações.
O professor Frank Fitzek, da Universidade de Aalborg, relata que os experimentos até o momento tiveram sucesso, obtendo velocidades entre 5 a 10 vezes maiores do que o comum. Nos testes, um vídeo de quatro minutos foi baixado cinco vezes nesta rede sem interrupções.
O pesquisador diz que a tecnologia poderia ser aplicada em comunicação com satélites, internet móvel ou simplesmente a internet comum com computadores.
Os nós inteligentes podem receber os pacotes em qualquer ordem para transmissão dos dados, o que não é possível no TCP/IP. Assim, além de melhorar a velocidade de transferência, a interceptação fica mais complexa já que os pacotes viajam quase de forma aleatória, ficando difícil remontar a informação no meio do caminho.

Brasileiros criam antena que faz celular funcionar mesmo sem sinal


Dois irmãos brasileiros que moram nos Estados Unidos lançaram um dispositivo capaz de fazer o celular funcionar em condições adversas, sem depender do sinal telefônico ou da internet - nem o "modo avião" é obstáculo.
É a goTenna, que se conecta ao aparelho via Bluetooth e é controlada por um aplicativo disponível para Android e iOS. Ela usa ondas longas de rádio (de 151 a 154 MHz) para estabelecer uma comunicação entre duas pessoas - por isso o dispositivo é vendido em pares.
O aparelho tem um alcance de 80,4 km e pode ser usado, por exemplo, em florestas, praias, ilhas ou em grandes eventos que costumam congestionar as operadoras por causa do excesso de acessos.
É possível enviar e receber mensagens gratuitamente, além de compartilhar a localização em um mapa offline, seja entre duas pessoas ou em grupo, tudo criptografado e com função de autodestruição que mantém a comunicação privada.
A goTenna é ideia de Daniela e Jorge Perdomo, que pensaram no produto após verem os estragos causados pelo furacão Sandy, que em outubro de 2012 deixou milhões de pessoas sem comunicações ao longo de dez Estados dos EUA.
Como está em fase de pré-venda, o produto é vendido por US$ 150, valor que subirá em breve para US$ 300.

12 coisas que a Samsung fabrica e você não sabia

 


Celulares, tablets, notebooks, câmeras digitais, televisores e smartwatches. Produtos como esses fazem parte do portfolio da empresa sul-coreana Samsung e você já deve estar acostumado a ler notícias sobre eles todos os dias aqui no TecMundo. Entretanto, o grupo Samsung não se limita apenas aos aparelhos eletrônicos.
Por trás da empresa líder no segmento de smartphones na atualidade existem dezenas de outras subsidiárias que gerenciam negócios diversos e fabricam itens que talvez você jamais imagine que levem a marca da Samsung. Neste artigo, listamos alguns itens curiosos que fabricados pela empresa ou que, de uma forma ou de outra, gerem lucro para a dona da linha Galaxy.

1. Helicópteros

Um dos braços da Samsung atende pelo nome de Samsung Techwin e engloba a Samsung Aerospace Industries. Esse segmento é responsável por fabricar, desde 1987, helicópteros para uso comercial e militar. Alguns modelos, como o Bell 427, foram desenvolvidos em parceria com empresas norte-americanas, japonesas e canadenses.

2. Tanques de guerra

A linha de equipamentos de defesa produzidos pela Samsung conta ainda com itens bélicos, como tanques de guerra. Os modelos K2 Black Panther, K9 Thunder e K10 ARV foram desenvolvidos tendo como clientes o governo sul-coreano. A Turquia e a Austrália também adquiriram algumas peças na década passada e, em 2013, o governo do Azerbaijão abriu negociações para a compra de modelos do K9.

3. Motores de aviões, helicópteros e navios 

Tendo como objetivo suprir necessidades do governo sul-coreano, a Samsung Techwin fabrica também turbinas para aviões, helicópteros e navios. Atuando neste segmento desde 1979, a empresa já fabricou mais de 5 mil peças, incluindo as turbinas de gás F404, F110, T700-T701K e LM500.

4. Navios

O nome Samsung também é sinônimo de navios. A empresa é a segunda maior fabricante do mundo de grandes embarcações. Entre as grandes realizações da companhia, está em construção um navio chamado Utopia, com previsão de conclusão em 2016. Uma verdadeira cidade em alto-mar, o Utopia terá 199 residências, shoppings, lojas, cassino, piscinas e casas noturnas.

5. Edifícios e construções

Por meio da Samsung C&T Corporation, a Samsung atua também em diversas partes do mundo como construtora. A Petronas Twin Towers, na Malásia, quarto prédio mais alto do mundo, e o Taipei 101, em Taiwan, terceiro maior prédio do mundo foram feitos pela empresa que é propriedade da Samsung. Outros trabalhos incluem plantas industriais na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes, na Coreia do Sul e na Malásia.

6. Refinaria de petróleo

Precisando construir refinarias de petróleo ou estações de tratamento de água? A Samsung, por meio da Samsung Engineering, também apesenta soluções nesta área. Usinas hidroelétricas e siderúrgicas também estão entre os projetos já realizados por esse braço do grupo, que atua desde 1970 em diversas partes do mundo.

7. Roupas

A Samsung leva muito a sério o conceito de “vestir a camisa” e, por conta disso, uma de suas subsidiárias também é responsável por roupas. A Cheil Industries é uma das maiores indústrias têxtis do país. Roupas sob as grifes Bean Pole International, 10 Corso Como e 8seconds geram lucros à empresa sul-coreana.

8. Agência de publicidade e propaganda

A Samsung conta também com a Cheil Worldwide, uma agência de publicidade e propaganda que atua ainda nas áreas de relações públicas, marketing esportivo e marketing digital. A Cheil foi considerada em 2012 a décima quinta maior agência do mundo, atendendo a clientes como Samsung, New Balance, Coca-Cola, ESPN e AIG.

9. Cartão de crédito e seguro de vida

Precisando de uma grana extra para as suas compras? Há cerca de 10 anos a Samsung atua na Coreia do Sul também como operadora de cartão de crédito e de fundos de investimento. A subsidiária é operada pela Samsung Electronics, responsável pelos equipamentos eletrônicos que você conhece, em parceria com a Samsung Life Insurance, outra empresa do grupo responsável pela comercialização de apólices de seguro.

10. Filmes

Até bem pouco tempo, as grandes produções cinematográficas da Coreia do Sul tinham como assinatura uma empresa de propriedade da Samsung, por intermédio da Samsung Entertainment. A CJ Entertainment foi desmembrada da companhia recentemente, devido ao amplo monopólio no setor que a Samsung havia conquistado. Em seu portfolio, a companhia conta com mais de 50 produções.

11. Parque de diversões

Se você for à Coreia do Sul, uma das atrações de lazer que irá encontrar é o parque de diversões Everland Resort. Desde 1976 ele é propriedade da Samsung e esse segmento inclui ainda a rede de hotéis Shilla. Ou seja, se você precisar descansar e relaxar, a Samsung certamente terá uma opção para você.

12. Futebol

No Brasil, a Samsung já foi patrocinadora de alguns clubes, como por exemplo o Corinthians. No mundo, sua parceria mais conhecida é com o inglês Chelsea. Entretanto, é na Coreia do Sul que reside o Suwon Samsung Bluewings, clube da primeira divisão da K-League, e que conta com suporte total da Samsung, sendo também uma de suas propriedades.

Indo muito além disso...

Além das empresas que controla majoritariamente, a Samsung também atua em parceria com diversas companhias em projetos específicos – nas chamadas joint ventures – e possui parcela de capital em outras empresas, o que torna o seu alcance ainda maior. Atualmente a empresa responde por 17% do PIB da Coreia do Sul.

Algumas curiosidades:

  • É dona de 9,6% da Seagate
  • É dona de 3% da Sharp
  • É dona de 5% da Wacon
  • Atualmente existe uma parceria entre a Samsung e a Renault para a fabricação de motores automotivos. A empresa sul-coreana detém 19,9% do negócio
  • É dona de 4,19% da Rambus
  • É dona de 10% da Pantech
  • É dona de 10% da Korea Aerospace Industries
  • É dona de 7,4% da Corning, fabricante do Gorilla Glass
  • Possui um acordo com a Shell para construção de instalações voltadas para a produção de energia solar e gás natural no valor de US$ 50 bilhões
  • Possui um acordo com os Emirados Árabes para, juntamente com outras companhias, construir usinas nucleares no país, em um negócio avaliado em US$ 40 bilhões

Garoto lucrava mais de US$ 1 mil por dia com hacks de League of Legends

Os invocadores de League of Legends talvez se lembrem de uma discussão quente nos últimos tempos sobre um programa ilegal que fazia os jogadores serem desconectados da partida. Conhecido como “drophack”, este tipo de serviço infernizou a vida dos jogadores que caíam das partidas sem explicações. Shane "Jason" Duffy, criador de um destes programas, contou a sua história de guerra contra a Riot Games no site The Daily Dot – uma batalha que lhe garantiu duas visitas da polícia e mais de US$ 1 mil por dia com a venda de hacks para o jogo.
Atualmente com 21 anos e residente em Queensland, uma pequenina cidade na Austrália, Duffy enfrenta hoje nove acusações de ataques diretos à Riot Games, sendo cinco delas por fraude. E o histórico de crimes do garoto mostra que a lista é bem válida.
Em 2011, o garoto liderou uma quebra de segurança no jogo que comprometeu mais de 120 mil dados de transações bancárias. Dois anos depois, Duffy começou a invadir jogadores famosos e transferir a região dos servidores que eles jogavam. Um dos casos mais conhecidos foi o ataque à James “Phantoml0rd” Varga, realizado durante a transmissão do norte-americano e que você confere no vídeo abaixo.


Alguns meses após as invasões, “Jason” apareceu vendendo skins de contas por preços enormes e chegou a invadir a conta de um funcionário da Riot Games. Com isso, ele vazou informações sobre o jogo de cartas League of Legends: Supremacy que nunca chegou a ser oficializado pelo estúdio.
O hacker continuou invadindo os servidores, chegando a coletar as informações de 24,5 milhões de usuários por meio da conta de outro funcionário da empresa. Tudo isso resultou em uma visita das autoridades à sua casa, resultando na apreensão dos equipamentos e um tempo atrás das grades.
Depois de solto, o garoto continuou causando dor de cabeça para a Riot Games. Mais recentemente, Duffy criou um programa que permitia que uma pessoa desconectasse outro jogador por meio de um ataque DDoS, disponibilizando o serviço para a compra em um site chamado LoLip-op. Segundo a sua declaração para site, o “drophack” lhe garantia cerca de US$ 1 mil por dia, acumulando 880 transações mensais e US$ 110 mil em Bitcoins.

Não demorou muito para a polícia apreender novamente "Jason". Dessa vez, no entanto, o garoto enfrentará o júri no dia 24 de julho, e sua primeira punição já foi declarada: ficar offline antes e depois do julgamento. Justo?

segunda-feira, 28 de julho de 2014

KeyMe, o app de "clonagem de chaves", desperta discussões sobre segurança

O aplicativo KeyMe (iOS) permite que cópias digitais de chaves sejam feitas em cerca de 30 segundos. Ao realizar o escaneamento de ambos os lados do cintilante acessório, o software envia as fotos coletadas à nuvem e faz então com que uma impressora 3D tenha condições plenas de replicar cópias de suas chaves a partir de imagens.
A popularidade de KeyMe fez, inclusive, com que quiosques de impressão fossem abertos pela empresa responsável por desenvolver a extensão; hoje, cinco postos de autoatendimento ficam à disposição dos moradores de Nova York. Mas a facilidade de uso dos serviços oferecidos por apps assim traz à tona discussões acerca do tema segurança.
Em artigo publicado pelo site Wired sob o nome de “o aplicativo que usei para invadir a casa de meu vizinho”, Andy Greenberg, redator do portal, relatou sua experiência como usuário de KeyMe e colocou em xeque não somente as funções de apps como o disponibilizado para iOS – a publicação de fotos de chaves foi outro dos temas tratados.

Não é preciso ser nenhum James Bond

Ao emprestar as chaves de seu amigo, não serão necessários mais de 30 segundos para que o escaneamento do item seja feito. Desta forma, basta que você perca de vista suas chaves por alguns instantes para que um turbilhão de incertezas logo seja gerado. “Se você perde de vista suas chaves por 20 segundos, considere-as perdidas”, diz Jos Weyers, consultor de segurança e especialista na produção de cópias de chaves.

Um dos quiosques que permite a cópia de chaves.


A publicação de fotos que exibem o formato de chaves também é ato passível de ataque. Durante conferência realizada em Nova York sobre o perigo da proliferação de ferramentas como KeyMe, um jornal foi usado como objeto de estudo: o veículo de mídia teria publicado imagens dos elevadores das estações de metrô da cidade norte-americana.

Segurança

Há, de fato, a possibilidade de se copiar chaves de modo fácil – determinados aplicativos permitem até que a duplicação de certas chaves de carros seja feita. Mas este novo método de consulta a chaveiros inaugura também formas precisas de rastreamento. “Temos todo o registro de dados hoje, algo que não acontece quando você faz cópias de chaves do jeito tradicional”, diz Greg Marsch, CEO da empresa responsável pelo aplicativo KeyMe.
“Se uma chave for usada para causar dano, teremos rastros claros que poderão nos indicar quem foi o responsável”, complementa o executivo. Uma opção de KeyMe faz com que os donos das chaves possam consultar a quantidade de cópias feitas a partir de um item. “Os efeitos de aplicativos como KeyMe vão ser positivos: as pessoas agora estão encarando o fato de que chaves podem ser copiadas em alguns segundos”, arremata o expert em segurança Weyers.

Brasil é o país que mais consome vídeos no YouTube

O Brasil é o primeiro país no qual as pessoas mais consomem vídeos do YouTube. A informação foi divulgada pela gerente de parcerias estratégicas do site, Amy Singer, que esteve no país durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo. A informação registra o fortalecimento do mercado online no país.
Por um lado, a executiva não explicou de quanto tempo se trata a navegação dos brasileiros no site, mas informou que a cada minuto, o YouTube é responsável pelo upload de 100 horas de arquivos de vídeo para a web.
Uma grande parte desse aumento na quantidade de material publicado se deve as parcerias que o serviço fechou com canais de informação que hospedam o seu conteúdo no YouTube, como o Vice News e Vice Media, que estão formando uma equipe brasileira.

Usuários gostam de conteúdo menos editado

Segundo a gerente, esse é um dos canais que mais estão fazendo sucesso, pois as pessoas gostam de conteúdo mais “próximo” e menos “editado”. “Este novo canal está crescendo mais rapidamente, porque abrange um conceito de ‘não barreiras, novos formatos e uma nova maneira de interagir com as pessoas”, classificou Singer.
Além da executiva, também estiveram presentes representantes da Vice Media, que falaram sobre a força das plataformas digitais como ferramentas para criar novas narrativas para notícias e histórias com a interação com o público online.
“Acabou-se o foco em longos documentários, mas também não vamos competir com o imediatismo e fazer notícias em vídeos curtos. Nosso conteúdo é global e as pessoas nos ajudam a fazê-lo", contou o editor chefe da Vice, Jason Mojica, no evento.

Cuidado: internautas relatam queimaduras na pele após usar o LG G Watch

Lançado recentemente nas gôndolas brasileiras, o relógio inteligente LG G Watch está causando alguns problemas de saúde para certos usuários ao redor do mundo. Uma longa discussão hospedada na rede social reddit reúne depoimentos de consumidores cujos punhos foram afetados por pequenas queimaduras causadas pelos contatos de cobre localizados na traseira do dispositivo. Tais conectores são utilizados para recarregar o gadget.
Além de causar danos diretos na pele do usuário, tais componentes estão oxidando com rapidez graças ao suor. Vale observar, contudo, que o problema parece estar ocorrendo em casos bem específicos – o internauta Derek Ross, por exemplo, publicou uma mensagem em seu perfil do Google+ no qual o próprio se denomina como um “bastardo suado” e afirma que os contatos de seu G Watch estão perfeitos, mesmo que o aparelho seja utilizado diariamente desde o dia 26.
Punho de usuário é queimado por contatos oxidados do LG G Watch
O TecMundo entrou em contato com a LG Brasil para discutir sobre o assunto (que está sendo comentado internacionalmente com a hashtag #CorrosionGate) e obter orientações ao consumidor que se encontrar em tal situação; esta matéria será atualizada assim que a empresa se posicionar sobre o tema.

Seu Android pode facilmente virar um gamepad de PC

Se você não quer desembolsar uma graninha para adquirir um gamepad de PC, saiba que você pode transformar o seu dispositivo com Android em um controle virtual rapidamente. Seja o seu aparelho um tablet ou smartphone, é através do Gesture Works Gameplay que você é capaz de personalizar o seu controle da forma que quiser para adaptá-lo à jogabilidade de qualquer título.
O aplicativo disponibiliza botões virtuais customizáveis, para que você consiga controlar os personagens dos games de forma bem precisa. Através de uma conexão Bluetooth, é possível conectar o seu dispositivo com o PC, e a plataforma é compatível com diversos jogos atuais, incluindo títulos disponibilizados no Steam.
A versão completa do aplicativo já pode ser encontrada no Steam por R$27,99 e você também pode baixar a demonstração gratuitamente clicando aqui.

Surgem supostas fotos do Moto G2

A Motorola deverá lançar em breve o Moto X+1, sucessor do Moto X, mas a empresa também está preparando o terreno para a chegada das novas versões do Moto G e Moto E. Pelo menos é isso que indica um recente vazamento de fotos divulgado no Weibo, o Twitter da China.
As imagens revelam a carcaça de um suposto aparelho da próxima geração da Motorola, que pode ser tanto do Moto G quanto do Moto E, embora seja mais provável que a estrutura seja do primeiro. Se isso realmente for verdade, então o dispositivo deverá ser bem mais fino do que o modelo atual.

A fonte não revelou qualquer detalhe sobre as especificações dos vindouros modelos. Acredita-se que o sucessor do Moto G será equipado com tela Full HD, processador ARM quad-core, placa gráfica Adreno 305, e câmera de 8 megapixels. O aparelho também deverá suportar dois chips e ser disponibilizado com Android 4.4 KitKat.

Fãs filmam primeiro teaser de Batman v Superman mostrado na Comic-Con

A Comic-Con é um evento anual que ocorre sempre em julho em San Diego, na Califórnia, trazendo as últimas novidades sobre o mundo pop e geek, reunindo uma imensa legião de fãs e profissionais da TV, cinema, quadrinhos, games e muito mais. Entre os destaques do evento estão os painéis de perguntas e respostas, nos quais atores e produtores comentam, diante de uma multidão na plateia, as novidades mais recentes e o que esperar do futuro das produções.
Além de revelar o visual da Mulher-Maravilha, o painel de Batman v Superman: Dawn of Justice na Comic-Con, em San Diego, apresentou o primeiro vídeo teaser da produção, colocando o Batman de Ben Affleck ao lado do Homem de Aço de Henry Cavill.
Os vídeos não estão em ótima qualidade porque são gravações feitas pelos fãs presentes no evento, mas é possível ter uma ideia da sequência e matar a curiosidade de ver alguma cena do filme.
O trecho mostra Batman no alto de um edifício, ligando o Bat-sinal em uma noite chuvosa. A luz ilumina o céu e revela Superman se aproximando. Os olhos do Homem de Aço começam a brilhar em vermelho, e os de Batman se iluminam em branco através da sua máscara.

É guerra! Siri é zoada em comercial do Windows Phone sobre Cortana

A guerra das assistentes pessoais está apenas começando, mas ela acaba de ganhar uma nova batalha bastante interessante: a Microsoft lançou um comercial que compara a Cortana com a Siri, da Apple, e mostra (na opinião da própria fabricante, claro) quem é a mais inteligente.
O comercial não tenta fazer piadinhas sutis, colocar mensagens subliminares ou algo tipo: a trollagem é escancarada. O clipe coloca um iPhone 5S ao lado do novo modesto Lumia 635, um smartphone de entrada com Windows Phone 8.1 que recebeu a assistente pessoal.
Mas o que importa é o duelo entre Cortana e Siri: segundo a propaganda, só o serviço da Microsoft é capaz de avisar você de compromissos com base na localização ("Lembre-me de comprar rosas quando estiver perto de uma floricultura"), lembrar-se de aniversários e avisá-lo quando a pessoa ligar ou, na hora de sair de casa, receber na hora o indicativo de trânsito e as rotas possíveis. A Siri responde "Desculpe-me, mas não posso fazer isso" nas três oportunidades.

Chris Beard é o novo CEO da Mozilla

A Mozilla anunciou Chris Beard como novo CEO da companhia. O executivo ocupava, desde abril deste ano, a posição de CEO interino à convite do Conselho de Administração da Mozilla. Beard foi nomeado como presidente-executivo interino na companhia, 11 dias depois que Brendan Eich, criador da linguagem de programação JavaScript, deixou o cargo.
O atual CEO trabalhou na Mozilla durante oito anos até alcançar o alto escalão e foi fundamental para alguns projetos importantes da empresa, como o lançamento do Firefox mobile. Mitchell Baker, presidente da Mozilla Foundation, afirmou em seu post no blog oficial, que o novo CEO esteve envolvido em cada aspecto da Mozilla desde então. Segundo ela, “Durante os anos em que trabalhou na empresa, Chris esteve à frente de quase todas as partes do negócio, incluindo produtos, marketing, inovação, comunicação, comunidade e engajamento dos usuários”.

Os piores vírus da história da computação

É difícil – ou até mesmo impossível – encontrar alguém cujo computador jamais tenha sido infectado por algum malware. Quando o programador Bob Thomas criou o The Creeper, em 1971, ele definitivamente não sabia que estava prestes a incentivar o cibercrime e o desenvolvimento de códigos maliciosos capazes de botar em xeque a segurança de milhares de indivíduos.
O primeiro vírus da história da informática não era muito maligno: a única coisa que ele fazia era imprimir uma mensagem boba no sistema e saltar para uma máquina vizinha. Contudo, não demorou muito para que hackers e engenheiros da computação mal-intencionados começassem a usar o conceito de Thomas para roubar dados e inutilizar máquinas alheias.
Em uma época marcada por discussões acerca da segurança e privacidade na web, o Blog resolveu se lembrar de seis vírus antigos que aterrorizaram o mundo e entraram para a história da informática. Os leitores mais velhos certamente vão se lembrar de alguns dos nomes listados abaixo, enquanto os internautas jovens vão agradecer por ter nascido em uma geração naturalmente acostumada a tomar mais cuidado enquanto navega pela rede. Confira!

6) Sasser

Tendo se consagrado como o primeiro vírus a se espalhar sem a intervenção do usuário, o Sasser (W32/Sasser.worm) apareceu pela primeira vez em 2004, atingindo sistemas mais antigos como Windows NT 4.0, XP e Server 2003. Ele utilizava uma falha no Local Security Authority Subsystem Service (LSASS), que ironicamente é um processo responsável por reforçar as políticas de segurança do SO.
Uma vez que ele infectasse um computador, procurava por outros sistemas frágeis fazendo um rastreamento de endereços IP aleatórios. Obviamente, para isso, o malware usava o poder de processamento da máquina, causando uma lentidão sofrível e impossibilitando seu uso. Além disso, ele impedia que o computador fosse desligado das maneiras convencionais, sendo necessário retirá-lo da tomada para que o hardware pudesse “descansar em paz”.
Entre os efeitos mais devastadores do Sasser, podemos destacar o fato de que o malware bloqueou todas as comunicações via satélite da agência de notícias Agence France-Presse (AFP) e forçou uma companhia aérea estadunidense a cancelar uma série de voos transatlânticos, já que boa parte de suas máquinas foi infectada pelo vírus.

5) The Blaster Worm

Também conhecido como Lovesan, o Blaster surgiu em 2003 e utilizava os computadores infectados como zumbis para organizar um gigantesco ataque de negação de serviço (DDoS) contra o site de atualização do Windows. Além disso, as máquinas também apresentavam instabilidade no sistema e fechavam o SO sem nenhum motivo aparente.
Além de causar um grande estrago em PCs domésticos, o vírus atrapalhou o funcionamento do maior sistema ferroviário dos EUA, prejudicou a intranet da marinha estadunidense e afetou até mesmo alguns escritórios da montadora automobilística BMW. De acordo com a Symantec, pelo menos 188 mil máquinas já haviam sido infectadas pelo Blaster dois dias após seu descobrimento.

4) ILOVEYOU

Com suas primeiras vítimas registradas no dia 5 de maio de 2000, o ILOVEYOU (por vezes chamado de Love Bug ou Love Letter) foi disseminado via email, se escondendo em um documento de texto simples que teoricamente era uma carta de amor escrita por um admirador secreto do destinatário.
Ao clicar na suposta declaração romântica, contudo, um script escrito em Visual Basic excluía arquivos pessoais do computador, fazia configurações não autorizadas no Internet Explorer e retransmitia a mesma mensagem para toda a agenda de contatos do internauta infectado. Isso criou uma sobrecarga em quase todos os serviços de email da época e fez com que o malware atingisse mais de 80 milhões de máquinas ao redor do mundo – até o Pentágono e a CIA tiveram problemas com a praga.
A parte engraçada da história é que o criador do ILOVEYOU, o filipino Onel de Guzman, havia criado o vírus como um trabalho de faculdade (e foi rejeitado, obviamente). Frustrado com seus professores, Guzman decidiu espalhar o script no dia 4 de maio – um dia antes de sua formatura.

3) Storm Worm

Descoberto em 17 de janeiro de 2007, o Storm Worm ganhou esse nome por se fantasiar como um email aparentemente inofensivo que noticiava a morte de 230 cidadãos em uma fortíssima tempestade na Europa. Ao clicar na mensagem, o internauta era instantaneamente infectado por um cavalo de Troia. Contudo, mais perigosa ainda era uma versão alternativa do vírus, capaz de transformar o PC contaminado em um zumbi para que o cibercriminoso pudesse utilizá-lo em sua rede de máquinas remotamente controláveis.
O Storm Worm é considerado um dos vírus mais marcantes da História por dois motivos distintos. Primeiramente, seu criador jamais foi conhecido – especula-se que o script seja de origem russa, mas nenhuma empresa especialista em segurança cibernética conseguiu encontrar alguma informação concreta acerca desse assunto.
Além disso, o malware destaca-se dos demais por ser utilizado até hoje (obviamente, de formas mais modernas e com técnicas aprimoradas) por hackers interessados em criar uma bot-net de spam. Dessa forma, é difícil apontar a quantidade de pessoas atingidas pelo script.

2) Melissa

Criado em 1999 pelo estadunidense David L. Smith, o Melissa disseminou-se através de emails como um arquivo DOC compatível com as versões 97, 98 (Mac OS) e 2000 do Office Word. Acompanhado da instigante mensagem “Aqui está o documento que você me pediu, não o mostre para mais ninguém”, o anexo fazia uma cópia de si mesmo ao ser executado e forçava o redirecionamento de si próprio para os 50 primeiros contatos da agenda do internauta infectado.
O malware atingiu diretamente o sistema de comunicação de grandes empresas, afetando até mesmo a Intel e a Microsoft. Apesar de ter causado danos milionários até mesmo para empresas do setor público dos Estados Unidos, Smith recebeu uma sentença razoavelmente leve: 20 meses de prisão e multa de US$ 5 mil. O programador também foi proibido de acessar redes de computador sem a autorização do tribunal.

1) MyDoom

Outro malware que jamais teve seu criador revelado. O MyDoom apareceu pela primeira vez em 1º de fevereiro de 2004 e foi disseminado tanto através de emails quanto através de redes P2P (peer-to-peer, sistema conhecido aqui como “ponto a ponto”). Sua missão original não era efetivamente causar danos ao usuário final: o script forçava o computador infectado a criar um ataque DDOS contra a SCO Group, uma polêmica companhia norte-americana que atua no ramo de desenvolvimento de softwares.
O MyDoom estava programado para cessar seus ataques no dia 12 de fevereiro – ou seja, 12 dias após suas primeiras infecções. Contudo, as brechas abertas pelo script continuaram sendo utilizadas como portas de entrada para outros malwares por um bom tempo, causando prejuízos inestimáveis para cidadãos e grandes corporações.

Próximo Nexus ou primeiro Android Silver deve ser da Motorola

A morte da linha Nexus já havia sido decretada. Segundo Evan Blass, dono da famosa conta no Twitter @evleaks, responsável por diversos vazamentos da indústria tecnológica, a linha de dispositivos equipados com Android “puro” chegaria ao fim para dar lugar ao projeto Android Silver, que deverá englobar diversos aparelhos premium, um de cada fabricante envolvida.
Entretanto, novos rumores lançados pelo confiável site Android Police indicam que um novo dispositivo Nexus está sendo desenvolvido pela Google em parceria com a Motorola. O aparelho está sendo chamado de Shamu e deve contar com uma tela de 5,9 polegadas.

Além da tela grande, que não possui uma resolução conhecida, o dispositivo deve contar também com um sensor de impressão digital e poderá ser lançado em novembro deste ano. O aparelho será disponibilizado pelas grandes operadoras dos Estados Unidos e também por diversas operadoras ao redor do planeta.

Android Silver ou Linha Nexus?

O site acredita que o dispositivo realmente existe, mas dá uma nota de confiança para o rumor de 6,5 (em uma escalada de 0 a 10), simplesmente porque os planos de hardware das empresas podem mudar rapidamente, mesmo com um protótipo desenvolvido.
Diante da decretada morte da linha Nexus, e do surgimento da projeto Android Silver, podemos estar falando também do primeiro dispositivo a fazer parte da linha premium da Google. Se isso é verdade ou não, só descobriremos em breve, quando a empresa revelar informações sobre seus programas.
Você já deve ter ouvido falar ou lido alguma matéria sobre os smartwatches, relógios que têm a capacidade de operar integrados a celulares ou outros equipamentos eletrônicos.
Embora não seja exatamente uma novidade, já que os primeiros dispositivos com tal finalidade surgiram entre as décadas de 70 e 80, esse tipo de aparelho ganhou grande notoriedade nos últimos meses com o anúncio do Android Wear, sistema operacional para os chamados “gadgets vestíveis” da Google revelado em março deste ano.
De lá para cá, várias empresas que já desenvolviam seus relógios inteligentes resolveram adotar a plataforma da Gigante das Buscas. Os três modelos mais relevantes são o Motorola Moto 360, o LG G Watch e o Samsung Gear Live. Caso você queira conferir uma comparação desse trio, clique aqui. Mas isso não significa que eles são os únicos, e os rumores indicam que ASUS e HTC também trabalham em seus próprios smartwatches.
E o potencial de todos esses dispositivos pode ir muito além do que imaginamos. Mais do que ver a hora, receber notificações de chamadas e mensagens de texto, informar o clima de onde está e controlar a reprodução de músicas, você terá à sua disposição uma série de funções inusitadas e que também podem facilitar a sua rotina. São exatamente essas possibilidades que trazemos para você neste artigo.

1. Matar a fome

Você sai do trabalho sentindo que o seu estômago está se autodigerindo quando se depara com um grande congestionamento. O que você faz? Usa o seu relógio para ajudar a matar sua fome antes que ela mate você. Com o app do serviço Eat24, é possível comprar um de seus pedidos frequentes em algum de seus restaurantes preferidos.
Com poucos passos você pode configurar quais são seus pratos prediletos. Depois, bastam alguns toques na tela do smartwatch, ou comandos de voz, para que o seu almoço ou jantar seja providenciado e entregue na sua casa.

2. Embarque imediato

Se hoje é possível embarcar em um voo somente exibindo um ticket virtual com o seu smartphone ou tablet, em um futuro próximo você nem mesmo precisará tirá-lo do bolso ou da mochila. Tudo o que você precisará é mostrar um QR Code no seu relógio inteligente para o atendente da companhia aérea. Isso já está em prática pela Delta Airlines com a ajuda do software Fly Delta.

3. Precisando de uma carona?

Dias chuvosos são terríveis porque as filas dos ônibus se tornam gigantescas e encontrar um táxi disponível muitas vezes passa a se tornar uma tarefa árdua. Uma saída para se locomover pela cidade é pegar uma “carona profissional”. Essa é a proposta do serviço Lyft, com o qual você pode indicar a sua localização e pedir uma carona online para outro adepto do sistema mediante um pagamento. De quebra, você ainda pode fazer novas amizades. O aplicativo dessa ferramenta já é compatível com o Android Wear.

4. Twitter de voz

Você é daquele tipo de pessoa totalmente plugada e antenada? Não consegue ficar mais do que 10 minutos sem compartilhar algo com seus seguidores no Twitter? Então um smartwatch com o Bunting instalado será a sua salvação. Este app tem a finalidade de viabilizar o envio de tweets diretamente do relógio graças a um mecanismo de reconhecimento de voz e transcrição para texto.

5. Hora de estudar

Muitas pessoas alegam não conseguir aprender outro idioma por falta de tempo. Bem, para isso já existem ferramentas como o Duolingo, um serviço que oferece uma enorme quantidade e diversidade de lições para que você possa estudar a qualquer momento com o seu app para Android. Isso deve ficar ainda mais prático com a compatibilidade do programa com a plataforma vestível da Google. Assim, é possível aprender unicamente pelo seu relógio inteligente, e você passa a ter uma desculpa a menos para não assimilar novas línguas.

6. Pontos de interesse próximos

O Pinterest é basicamente uma rede social para o compartilhamento de fotos. Mas o serviço ganhou outras utilidades, sendo a principal delas a exploração de novas ideias para seus projetos profissionais ou pessoas, além de aproximar aqueles com assuntos em comum. O app do Pinterest já está pronto para ser usado no Android Wear e traz como grande diferencial a capacidade de avisar você quando está na proximidade de algum ponto de interesse que tenha marcado no site.

7. Faça-se a luz

As lâmpadas inteligentes da linha Philips Hue podem reproduzir até 16 milhões de tonalidades de cor diferentes. Como você pode conferir em nossa análise dessa tecnologia, um dos seus maiores atrativos é a precisão do controle de luminosidade. Esse mecanismo de ajuste fica muito mais cômodo com a compatibilidade do app Philips Hue com o sistema vestível da Gigante das Buscas. Dessa forma, você tem o poder de acender, apagar, definir uma luminosidade ideal para leitura ou deixar sua sala com uma iluminação que lembre a luz do luar em uma praia usando apenas seu smartwatch.

8. Soltando a voz

Dizem que quem canta os seus males espanta. Por via das dúvidas, muita gente não tem o menor pudor em soltar a voz. O problema é que as letras podem fugir da sua mente de vez em quando. Mas isso não deve ser um empecilho para quem possui o aplicativo musiXmatch no seu relógio inteligente, já que ele exibe na telinha de pulso a letra da música em execução no seu celular ou tablet. Esse programa pode inclusive ser a revolução dos karaokês.

9. Paquera de pulso

E quem disse que o seu relógio não pode ajudar na azaração? Se ele for um smartwatch, você pode instalar o Tinder e rastrear pessoas interessantes ao seu redor que estejam dispostas a fazer novas amizades ou começar uma paquera. Seja na curtição da balada ou durante um passeio no parque, você não vai desgrudar o olho do seu acessório, e não será apenas para olhar as horas.

10. Tudo automatizado

Todos esses recursos são interessantes. Mas há um que pode ser o mais útil de todos: o app IFTTT. Esse programa foi criado para simplificar ações do dia a dia: ele junta várias ações de aplicativos, redes sociais e ferramentas do seu telefone e cria "receitas" para ações conjuntas. Quer um exemplo disso? Você pode configurar o software para que, toda vez que uma imagem for compartilhada no Instagram, ela seja automaticamente salva na sua conta no Dropbox. O aplicativo já funciona com o Android Wear e é compatível com mais de uma centena de programas. Clique aqui para conferir a lista completa de softwares “manipuláveis”.

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Obviamente, essas são apenas algumas das funcionalidades peculiares já disponíveis para o Android Wear. Contudo, a plataforma possui uma infinidade de outras aplicações possíveis, tudo dependendo da criatividade dos desenvolvedores e da popularização dos smartwatches. Que outras ferramentas você gostaria de ver no seu relógio inteligente? Compartilhe suas ideias nos comentários.

Fonte vagabunda: o maior erro que você pode cometer ao montar um PC

uem não está muito familiarizado com os componentes de um computador ou está montando a sua máquina pela primeira vez geralmente não presta muita atenção na fonte de alimentação. Alguns até sabem que ela precisa ter “potência real”, mas geralmente esse dispositivo acaba sendo negligenciado.
Mas o que significa uma fonte ter potência real? Significa que as outras são mentirosas? Na verdade esse termo não existe, pois ele foi criado pelo comércio brasileiro para diferenciar fontes de alimentação genéricas de fontes mais robustas, com qualidade superior. Esse tipo de classificação começou a surgir com as placas de vídeo mais poderosas.
O problema é que mesmo muitas dessas fontes que prometem oferecer “potência real” nem sempre são capazes de cumprir essa tarefa. Ou até conseguem, mas sem nenhum cuidado ou critério de segurança.
Geralmente, quem vai montar um computador tem um orçamento limitado e prefere investir em componentes que vão trazer um aumento mais perceptível no desempenho, como placa de vídeo, processador ou memória. A fonte de alimentação geralmente fica em segundo plano, pois as pessoas escolhem aquela que possa fazer a máquina funcionar, mas que custe o mínimo possível.
Muitas empresas montam computadores assim, pois é um dos itens que podem permitir um aumento considerável da margem de lucro; afinal de contas, ou o computador liga ou não liga. Se ele está funcionando, aparentemente está tudo certo. O cliente que se vire depois se quiser instalar um periférico extra na máquina.

O problema em utilizar fontes de alimentação de baixa qualidade

O problema é que “ligar a máquina” não é tudo que o computador precisa. É possível fazer uma simples analogia com o corpo humano para entender isso.
Imagine duas pessoas. A primeira só se alimenta com doces, fast food e alimentos sem nutrientes. A segunda tem uma alimentação bastante equilibrada que inclui frutas, vegetais, proteínas e fibras, todos na dose correta. Qual dessas duas pessoas você acha que seria mais saudável e teria mais disposição? Obviamente que é a segunda.
A maioria das fontes genérias tem um visual parecido com esse.
Com o seu computador é a mesma coisa: se você o alimenta de forma errada, ele vai funcionar mal. Assim como uma pessoa que não tem uma alimentação saudável, os componentes eletrônicos não funcionam muito bem se a energia elétrica não é suficiente ou é fornecida de maneira errada.

Diferenças entre uma fonte e uma “bomba” de alimentação

Para entender a diferença entre uma fonte ruim e uma fonte de boa qualidade, é preciso entender o princípio de funcionamento desses equipamentos. A sua tarefa principal é converter a energia que vem da rede elétrica, geralmente 110/220 V 60 Hz para os 12/3,3/5 V normalmente utilizados pelos componentes eletrônicos. A fonte também converte a corrente alternada (AC) proveniente da tomada para corrente direta (DC).
Converter diretamente a energia de AC para DC exigiria componentes muito grandes, por isso a energia é convertida para AC de alta frequência, para que então ela possa ser transformada em energia DC.
Fontes de boa qualidade possuem mais componentes em seu interior.
Depois dessa transformação, a energia ainda está “suja” e precisa ser retificada para não danificar os componentes do computador, e é aí que entra uma série de filtros diferentes.
O principal é o PFC ou “Fator de Correção de Energia”, que é responsável por diminuir o problema com a energia reativa que é gerada na entrada de energia da fonte. Existem dois tipos de PFC: ativo e passivo. O passivo é composto apenas por componentes que filtram a energia que sai do transformador, enquanto o ativo possui um circuito próprio desenvolvido especificamente para retificar a energia em diversos passos.
Depois disso, a energia de entrada passa pelos reguladores que a transformam nos 12/3,3/5 V utilizados pela máquina. Depois a energia de saída é filtrada para ter certeza de que as tensões sejam entregues de forma correta para os componentes do computador.
É justamente aí que entra um dos maiores problemas das fontes genéricas. Para economizar, os fabricantes utilizam componentes de baixa qualidade. Com isso, existem perdas de energia de uma fase para outra e essa perda geralmente causa oscilação de tensões, além, é claro, de gerar calor desnecessariamente.

Para piorar, algumas fontes não possuem todos os componentes necessários (novamente, para cortar despesas) para filtrar a energia e o que é entregue para o computador não é adequado para fazer os circuitos funcionarem como se deve.
O sistema de refrigeração também é um ponto muito importante na hora da compra. Enquanto fontes de boa qualidade possuem coolers grandes e com garantia de bom funcionamento, fontes mais simples trazem coolers ruins, barulhentos e ineficientes; o que não deixa de ser uma ironia, já que essas fontes costumam aquecer mais que componentes de qualidade.

O que uma fonte ruim pode fazer com a máquina

Existe uma série de problemas decorrentes de uma alimentação inadequada. Um deles é a oscilação constante no fornecimento de energia. Isso porque os componentes são desenvolvidos para trabalhar com um valor fixo, por exemplo, 12 V. Se a fonte é ruim, ela pode fornecer 11, 13 V ou até mesmo valores diferentes disso.
O que acontece é que o componente alimentado precisa forçar a retificação de energia, “cansando” mais e gerando mais calor. Isso é extremamente prejudicial para qualquer eletrônico, pois sua vida útil diminui consideravelmente.
Você já deve ter ouvido falar nas linhas de energia da fonte. Cada uma dessas trilhas é uma das origens principais das tensões, sendo que as três principais são 12/3,3/5 V. Enquanto as linhas 3,3 e 5 V geralmente são utilizadas para alimentar periféricos como discos rígidos, as linhas 12 V alimentam o processador e as placas de vídeo. Em algumas fontes, a linha 12 V é dividida, ou seja, existe mais de uma. Isso serve basicamente para proteger o computador de falhas. Se um componente puxar mais energia do que essa linha pode fornecer, a fonte desliga para preservar o hardware.
Em fontes de qualidade que possuem apenas uma linha 12 V, ela geralmente é robusta, pronta para fornecer toda a potência que a máquina precisa. Isso pode ser visto na Cooler Master V1200 que analisamos recentemente: ela oferece apenas uma linha 12 V, mas capaz de trabalhar com uma corrente de até 100 A (12 V x 100 A = 1.200 W).
Já no caso de fontes de baixa qualidade, não é possível saber quanta corrente a linha 12 V pode fornecer. Possivelmente será abaixo do que a máquina precisa para funcionar, principalmente se você tiver uma placa de vídeo dedicada instalada na máquina.
Economizar na compra da fonte pode render em uma placa-mãe inutilizada.
O que acontece é que, quando a máquina estiver em plena capacidade, ela vai puxar mais energia da fonte. Como não há energia suficiente, os fios vão aquecer além do limite. Por sorte a fonte vai “desarmar” e nada será danificado.
Contudo, a tendência é que você tente ligar a máquina novamente depois de ela desligar. E é aí que o conector ATX da fonte e o conector ATX da placa-mãe vão derreter e virar uma peça só. Se a máquina não desligar sozinha e você não sentir cheiro de queimado, é bastante provável que ela pegue fogo e você perca a maioria dos componentes internos do seu PC.
Outros componentes também sofrem com a instabilidade no fornecimento de energia. Uma placa de vídeo pode ter seus elementos danificados; um HD pode falhar durante o funcionamento e resultar em bad blocks; um processador pode aquecer mais do que o normal e queimar.
Isso tudo sem falar na dor de cabeça que é ver a máquina falhando, mais lenta ou desligando sozinha esporadicamente. Já pensou investir todas as suas economias em um PC que não funciona como o prometido?

Eficiência energética: não jogue dinheiro fora

Qualquer tipo de transformação de energia gera perda e essa perda é transformada em calor. Quanto mais calor, mais perigo de acidente e mais dinheiro jogado fora. As fontes de alimentação de qualidade possuem eficiência garantida pelo selo 80 Plus.
Entender o que significa a eficiência da fonte é simples: no caso de uma fonte com eficiência de 90%, apenas 10% será desperdiçado em forma de calor, ou seja: se a sua máquina precisa de 500 W para funcionar, a fonte vai puxar da tomada 550 W. Destes, cerca de 50 W serão transformados em calor.

Já as fontes de alimentação genéricas apresentam taxas de eficiência muito baixas, algumas na casa de 70% ou até 60%. Isso significa que se uma fonte for de 500 W e tiver eficiência de 70%, cerca de 30% da energia será desperdiçada em forma de calor, ou seja, em vez de 500 W ela vai puxar da tomada 650 W. Isso significa que você estará literalmente queimando dinheiro.
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A médio e longo prazo, utilizar uma fonte de alimentação vagabunda vai acabar custando muito mais caro, pois o dinheiro que você economizou na compra dela precisará ser gasto na compra de novos componentes, que estarão danificados por culpa da alimentação inadequada que você deu ao seu computador.
Na hora de montar uma máquina personalizada, nunca deixe de calcular o preço da fonte de alimentação.

Aprenda a usar as Normas da ABNT em trabalhos acadêmicos

Nas Normas da ABNT” é uma expressão odiada por muitos. “Complicado demais”, “coisa desnecessária” e “pura enrolação” são algumas das coisas que você já deve ter ouvido de seus colegas ou até que mesmo tenha dito ao ter que lidar com essa formatação. Porém, essas regras têm sua utilidade, pois padronizam os trabalhos, facilitando sua leitura e compreensão.
E, ainda que você discorde disso, a verdade é que como estudante você terá que aprender a dominar essas regras, ou enfrentará problemas quando seus trabalhos forem avaliados. Sendo assim, temos duas notícias: a não tão agradável é que essas normas são numerosas. A boa, entretanto, é que elas não são difíceis de aprender, apenas requerem um pouco de atenção e memorização.
É por isso que vamos tentar explicar aqui os princípios fundamentais que compõem esse padrão para tentar desmistificar qualquer ideia de “complicação” gerada a partir do desconhecimento da norma. Vamos lá?

O que significa ABNT e qual sua importância?

Essa é a sigla para “Associação Brasileira de Normas Técnicas”, uma entidade privada, sem fins lucrativos e que é responsável  normatização técnica no Brasil. A ABNT existe desde 1940 e tem a função de fornecer a base normativa ao desenvolvimento tecnológico de nosso país.
Ainda que haja reclamações sobre a “burocracia” no formato dos trabalhos, essa padronização estabelece um modelo único de formatação que auxilia na compreensão dos TCCs, monografias por todos.  O mesmo vale para informações na fabricação de produtos, transferência de tecnologia, normas de saúde, segurança e preservação do meio ambiente.
Portanto, quando seu professor pedir que seu trabalho seja formatado “nas Normas da ABNT”, não pense nisso de uma forma negativa. Imagine se cada um formatasse o trabalho do jeito que quisesse?
 
Para se ter um melhor aproveitamento dessas regras, vamos antes dar uma olhada em um pequeno glossário com alguns dos termos mais usados nesse processo. Propomos isso porque são palavras e expressões que aparecerão constantemente na formatação, logo é importante conhecê-las.

Glossário com os termos mais encontrados nas normas

Anexo

Os anexos também são elementos opcionais, ou seja, são incluídos apenas se o autor achar necessário. Difere-se dos apêndices pelo fato de ser um material não elaborado pelo autor, já que a forma de digitação e inclusão é a mesma. Exemplo: ANEXO A – MANUAL DE PROCEDIMENTOS – 2014.

Anverso da folha de rosto

É a “parte da frente” da folha de rosto.

Apêndice

Elemento opcional que foi elaborado pelo próprio autor do trabalho como forma de complemento. O termo Apêndice deve ser digitado em letra maiúscula, em negrito e diferenciado dos demais por letras do alfabeto consecutivas. Exemplo: APÊNDICE A - Relação de artigos mais lidos do TecMundo.

Capa

Elemento obrigatório para proteção externa do trabalho com informações indispensáveis para identificação deste.

Citação

Menção feita no trabalho, mas que foi elaborada por outro autor e, consequentemente, extraída de outra fonte de informação.

Epígrafe

Citação e autoria que o autor do trabalho ache interessante e que tenha uma relação com o trabalho. As epígrafes, normalmente, são encontradas nas primeiras páginas de um trabalho.

Errata

Lista com folhas e linhas que apresentaram algum erro no trabalho e, logo na seqüencia, as devidas correções. Normalmente, a errata é um papel avulso entregue junto com o trabalho impresso.

Folha de rosto

Elemento obrigatório com elementos essenciais para identificação do trabalho — todo o detalhamento do conteúdo presente em uma folha de rosta será tratado no artigo sobre Normalização de Trabalhos Acadêmicos.

Glossário

Uma lista em ordem alfabética contendo um termo e sua respectiva definição.

Índice

Relação, que pode ser tanto de palavras quanto frases, ordenadas de acordo com um critério determinado, que localiza e remete o leitor para informações presentes em um texto.

Lista

Enumeração dos elementos presentes em um texto, como siglas, ilustrações, datas etc. A numeração de cada item da lista deve seguir a ordem de ocorrência no trabalho.

Referências

Elemento obrigatório em todos os trabalhos, contendo uma lista de fontes (livros, manuais, CDs, DVDs, mapas etc.) utilizadas e consultadas durante o desenvolvimento do trabalho. As normas para referências serão tratadas em um próximo artigo.

Resumo

Apresentação rápida e clara com os pontos importantes e que serão discutidos/tratados no trabalho como um todo.

Sumário

Enumeração de todos os elementos e seções de um texto, ou seja, todos os títulos e outras partes de um trabalho, com o número da página em que se encontram. A ordem e a grafia devem seguir o mesmo padrão apresentado no desenvolvimento do trabalho.

Verso da folha de rosto

Parte de trás da folha de rosto, contendo a ficha catalográfica.
Estes são apenas alguns termos, não tão conhecidos, e encontrados nas normas. Eles farão com que você entre no clima da normalização e comece a ficar preparado para as próximas explicações — para colocar a mão na massa, que é o que mais interessa. Quem precisa formatar um trabalho, vale a pena aguardar para verificar que normalização não é um bicho de sete cabeças.

 O que são citações e como usar?

Sabe aquele ditado “nada se cria, tudo se copia”? É melhor nem pensar em aplicar isso de forma literal ao redigir seu trabalho. Na criação de projetos, é fundamental que emprestemos ideias, conceitos e muito do conhecimento de outros pesquisadores. Isaac Newton usou a expressão “subir nos ombros de gigantes” para “ver mais longe”.
Porém, toda citação ou empréstimo de conceitos precisa ser creditado. Copiar e não citar a fonte não é apenas antiético e deselegante, mas também pode ser considerado crime de plágio, dependendo da circunstância. Além do mais, você não ficaria feliz se alguém roubasse suas ideias ou ganhasse crédito por um trabalho que você se esforçou para produzir, certo?
Além das notas de rodapé, existem basicamente três tipos de citação: citação direta, citação indireta e citação de citação.

Citação direta: duas formas

A citação direta é a transcrição textual fiel de parte de um conteúdo de uma obra, ou seja, durante a elaboração de um trabalho acadêmico, por exemplo, foi necessário consultar um autor específico e, para o seu trabalho, alguma frase foi importante.
Nesse caso, você vai copiá-la, mas vai citá-la. Por ser a transcrição exata de uma frase/parágrafo de um texto, a frase/parágrafo em questão será apresentada entre aspas duplas, podendo assumir duas formas:
1. Citando e referenciando: a chamada pelo nome do autor, quando feita no final da citação, deve apresentar-se entre parênteses, contendo o sobrenome do autor em letra maiúscula, seguido pelo ano de publicação e página em que o texto se encontra.
Exemplo:
“Não saber usar a internet em um futuro próximo será como não saber abrir um livro ou acender um fogão, não sabermos algo que nos permita viver a cidadania na sua completitude” (VAZ, 2008, p. 63).
2. Referenciando e citando: a citação a seguir foi feita como sendo um parágrafo do texto. Assim, o sobrenome do autor deve ser digitado normalmente, com a primeira letra em maiúscula e as demais em minúsculo, seguido do ano e página em que o texto se encontra, sendo estas informações apresentadas entre parênteses.
Exemplo:
Segundo Vaz (2008, p. 63) “não saber usar a internet em um futuro próximo será como não saber abrir um livro ou acender um fogão, não sabermos algo que nos permita viver a cidadania na sua completitude”.

Citação direta: grifos

Como você pode ver, a citação direta é a cópia exata de um texto. Caso o documento original contenha algum tipo de grifo, como uma palavra em negrito, em itálico ou sublinhada, a sua citação deve ter esse tipo de grafia, acrescentada com a observação “grifo do autor”.
Exemplo:
“Uma das referências mais conhecidas a respeito do conceito de padrão de projeto é o livro A Timeless Way of Building, escrito em 1979 pelo arquiteto Christopher Alexander” (KOSCIANSKI; SOARES, 2007, p. 289, grifo do autor).
Esse mesmo tipo de observação aplica-se quando, por exemplo, você tiver feito algum grifo na citação, para enfatizar uma palavra ou frase. No caso, deve-se acrescentar a expressão “grifo nosso”, indicando que o presente autor (você) fez a alteração. 
Exemplo:
“O termo defeito no PSP refere-se a tudo que esteja errado em um software, como erros na arquitetura, na representação de diagramas, problemas em algoritmos etc.” (KOSCIANSKI; SOARES, 2007, p. 123, grifo nosso).

Citação direta: mais de três linhas

As citações com mais de três linhas devem ter um tipo de destaque diferente: é necessário reduzir o tamanho da fonte para 10 e também aplicar um recuo de 4 cm em relação à margem esquerda — selecione o texto e movimente os marcadores, localizado na régua do Word até o número 4, assim, todo o seu texto ficará com o recuo exigido pelas normas (veja a imagem abaixo).  Ao final, a citação com mais de três linhas terá a seguinte apresentação — observe que ela não tem aspas:

Citação direta: frase muito grande para ser citada

Imagine um parágrafo com 10 linhas, sendo que apenas a primeira e a última linha interessam a você. Nesse caso, você vai usar uma supressão, que é a inclusão de um sinal de colchetes com reticências, exatamente como esse “[...]”, indicando que um trecho do texto não foi usado, veja um exemplo:
“As propostas de melhorias de processo e tecnologia são coletadas e analisadas [...] com base nos resultados de projetos-piloto” (KOSCIANSKI; SOARES, 2007, p. 153).

Citação indireta

Depois de ler um artigo, você chegou a uma conclusão semelhante a do autor consultado. Mas por algum motivo pessoal, você não tem interesse em usar as mesmas palavras e exatamente a mesma estrutura que encontrou no artigo em questão. Nesse caso, você fará uma citação indireta, já que o seu texto teve como base uma obra consultada.
Seguindo o mesmo formato de apresentação da citação direta, a indireta também deve conter o autor da frase citada, bem como o ano da publicação do artigo/livro. Apresentar a página em que o conteúdo se encontra é recomendado.
Exemplos:
Um aspecto importante na recuperação das informações é a extensão dos conteúdos a serem indexados (LANCASTER, 1993, p. 73).

As citações indiretas podem ter mais de um autor, até pelo fato de que você pode ter consultado várias obras até chegar a sua conclusão, veja:

Tanto Weaver (2002, p.18) como Semonche (1993, p. 21) apontam questionamentos que devem preceder o planejamento da indexação de artigos de jornais, como: Qual a finalidade do artigo? Quem é o público-alvo que terá acesso ao artigo? Que tipo de informação o usuário procura?
Citação de citação
Nem sempre livros clássicos ou antigos estão disponíveis para empréstimo ou compra.Imagine um livro do ano de 1970, que foi publicado apenas nos Estados Unidos ou outro livro que, por algum motivo, você não tenha conseguido encontrar em livrarias, sebos e bibliotecas, mas que precisaria usar.
Você não teve acesso ao documento em seu original, mas encontrou um autor que teve a sorte de ter em mãos o documento, e este fizera uma citação extremamente importante para o seu trabalho.
É possível contornar isso com a citação de citação. Como o próprio termo sugere, você fará uma citação de um conteúdo que foi citado na obra que você está consultando. Esse tipo de citação é recomendado em último caso, já que o  correto é tentar localizar a fonte original. Veja dois exemplos, tanto de citação direta quanto indireta.
Exemplo de citação de citação (seguindo o modelo direto):

Segundo Van Dijk (1983), citado por Fagundes (2001, p. 53), “no texto jornalístico é convencional apresentar-se um resumo do acontecimento abordado. Esse resumo pode ser expresso por letras grandes separadas do resto do texto ou na introdução no ‘lead’”.

Exemplo de citação de citação (seguindo o modelo indireto):

Segundo Fujita (1999) citada por Fagundes (2001, p. 65) a indexação engloba três fases: 1) análise por meio da leitura do documento, em que serão selecionados os conceitos; 2) síntese, com a elaboração de resumos e 3) a identificação e seleção de termos com auxílio de uma linguagem documentária.

Notas de rodapé

As notas de rodapé são caracterizadas por números ou letras apresentado no final da citação, que aparecem em sequencia, no corpo do trabalho. No rodapé, você pode referenciar:
  • Um trabalho que ainda esteja em fase de elaboração — seu texto deve constar a expressão entre parênteses (em fase de elaboração).
  • Informações verbais obtidas durante uma conversa, dados coletados em uma palestra etc. — em seu texto, deve constar a expressão entre parênteses (informação verbal). 
  • Qualquer tipo de menção que julgue necessário, seguindo as normas de referências ou vocabulário livre.

Referências

Além de citar os autores no corpo do texto, você também deve criar uma lista com todo o referencial teórico consultado durante o desenvolvimento de seu trabalho. E essa lista terá as “Referências” do trabalho. O referencial teórico é um elemento obrigatório nos trabalhos e cada tipo de documento informacional que foi usado, como livros, filmes, monografias, mapas etc. deve ser referenciado.

 Livros

Os livros, sem dúvida, são os documentos mais usados como base para fazer um trabalho. As referências desses documentos são semelhantes aos de uma monografia (com algumas peculiaridades que serão citadas), manuais, dicionários, enciclopédias entre outros.

A referência sempre deve começar pelo sobrenome do autor em letra maiúscula, seguido de seu nome com apenas a primeira letra maiúscula. Depois, coloque um ponto. Agora, insira o título do livro com um destaque, que pode ser em negrito, itálico ou sublinhado.
Coloque um sinal de dois pontos e digite o subtítulo do livro. Em seguida, adicione a edição do livro apenas sob a forma de numeral. Ponto. Insira o local de publicação do livro seguido de dois pontos. Agora, escreva o nome da editora, coloque uma vírgula e o ano de publicação. Mais um ponto. Adicione o número de páginas do livro e ponto final. É bem mais simples do que parece, observe o exemplo:
SOBRENOME DO AUTOR, Nome do autor. Título do livro: subtítulo do livro. Edição do livro. Local de publicação: Editora, ano. Número de páginas.
Algumas pequenas alterações no modelo básico se farão necessárias nas seguintes situações:
  • Livro: apenas um autor e nome por extenso
VAZ, Conrado Adolpho. Google Marketing: o guia definitivo do marketing digital. 2. ed. São Paulo: Novatec Editora, 2007. p. 480
  • Livro: apenas um autor e nome abreviado
VAZ, C. A. Google Marketing: o guia definitivo do marketing digital. 2. ed. São Paulo: Novatec Editora, 2007. p. 480.
  • Livro: até três autores com nome por extenso
GOMES, Elisabeth; BRAGA, Fabiane. Inteligência Competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo. 2. ed. São Paulo: Editora Campus, 2007. pp. 142-143.
  • Livro: até três autores com nome por abreviado
GOMES, E.; BRAGA, F. Inteligência Competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo. 2. ed. São Paulo: Editora Campus, 2007. pp. 142-143
  • Livro: mais de três autores
Este exemplo é até mais fácil que os demais. Quando um livro tiver mais de um autor, você deve seguir a mesma sequencia acima, entretanto colocará apenas o nome do primeiro autor, seguido da expressão “et al.”, que vem do latim e significa “entre outros”.
BEGA, Egidio Alberto et al. Instrumentação Aplicada ao Controle de Caldeiras. 3. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. P. 180.
  • Livro: apenas um autor e nome por extenso
VAZ, Conrado Adolpho. Google Marketing: o guia definitivo do marketing digital. 2. ed. São Paulo: Novatec Editora, 2007. p. 480.
  • Livro: apenas um autor e nome abreviado
VAZ, C. A. Google Marketing: o guia definitivo do marketing digital. 2. ed. São Paulo: Novatec Editora, 2007. P. 480.
  • Livro: até três autores com nome por extenso
GOMES, Elisabeth; BRAGA, Fabiane. Inteligência Competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo. 2. ed. São Paulo: Editora Campus, 2007. p. 142.
  • Livro: até três autores com nome por abreviado
GOMES, E.; BRAGA, F. Inteligência Competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo. 2. ed. São Paulo: Editora Campus, 2007. p. 142.
  • Livro: mais de três autores
Este exemplo é até mais fácil que os demais. Quando um livro tiver mais de um autor, você deve seguir a mesma sequencia acima, entretanto colocará apenas o nome do primeiro autor, seguido da expressão et al., que vem do latim e significa “entre outros”.
BEGA, Egidio Alberto et al. Instrumentação Aplicada ao Controle de Caldeiras. 3. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. p. 180.

Monografias e teses

Note que os elementos essenciais estão presentes na referência de uma tese de mestrado, acrescentados por especificações como o nome do curso de mestrado, Universidade e professor orientador.
FAGUNDES, S. A. Leitura em análise documentária de artigos de jornais. Marília, 2001. 322 p. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Estadual Paulista, São Paulo, 2001. [Orientadora: Profa. Mariângela Spotti Lopes Fujita].
Caso a sua referência tenha sido um trabalho de conclusão de curso, ela ficará deste jeito:
XAVIER, A. C. Processamento informacional de um jornal histórico com vista à sua disponibilização na internet. 2007. 80 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Gestão da Informação) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2007. [Orientador: Prof. Dr. Ulf Gregory Baranow].

Monografia online

Mas agora suponha que esta mesma monografia esteja disponível no site da Universidade e que você tenha acessado o conteúdo exatamente neste formato pela internet. A referência ficará assim:
XAVIER, A. C. Processamento informacional de um jornal histórico com vista à sua disponibilização na internet. 2007. 80 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Gestão da Informação) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2007. [Orientador: Prof. Dr. Ulf Gregory Baranow]. Disponível em: <http://endereço.com.br>. Acesso em: 23 jul. 2014.
Sempre que um documento estiver em um formato online e que tenha sido encontrado na internet, você deve colocar no final da referência o link de acesso entre os sinais de “< >” e a data em que o conteúdo foi acessado. Basta seguir exatamente a expressão usada acima e vai dar tudo certo.

Artigos de revistas ou periódicos

Quando o artigo for de uma revista, coloque o sobrenome do autor em letra maiúscula, seguido de seu nome com apenas a primeira letra em maiúsculo. Digite o título do artigo, coloque dois pontos caso ele tenha um subtítulo e digite ponto.
Insira o nome da revista em que o artigo foi publicado, destacando-o com negrito, itálico ou sublinhado. Digite vírgula, o volume da revista, vírgula novamente, o número da revista, mais uma vírgula, período em que o artigo foi publicado, vírgula, ano de publicação e ponto final.
SOBRENOME DO AUTOR, Título do artigo. Nome da revista, volume, número, período de publicação, ano de publicação.
Exemplo:
LIMA, V. M. A. Estudos para implantação de ferramenta de apoio à gestão de linguagens Documentárias: vocabulário controlado da USP1. Revista Transinformação, v. 18, n. 1, jan./abr., 2006.
LOPES, I. L. Uso das linguagens controlada e natural em bases de dados: revisão da literatura. Ciência da Informação, v. 31, n. 1, p. 41-52, jan./abr. 2002.
A abreviação para volume é apenas a letra “v”, em minúscula, acrescentada por um ponto e o número em algarismo arábico. O mesmo ocorre para os números das revistas, mas com a notação “n”, também em minúsculo.
Os períodos de publicação em meses também sempre são expressos abreviadamente. Exceto por maio, que é escrito de forma completa, todos os demais são abreviados com as três primeiras letras, seguidas de um ponto final.

Normatização de trabalhos acadêmicos

Para facilitar um pouco sua vida, disponibilizamos um arquivo .doc para download. Nele, as margens e a estruturação do trabalho já estão definidas. Basta substituir os seus dados e as informações exemplificadas e segui-lo como base. É claro que detalhes de formatação vão variar de um paper para uma monografia ou redação acadêmica, por exemplo, mas o básico você já terá no documento.
Apenas perceba que este arquivo não possui nenhum tipo de numeração de páginas, justamente pelo fato de que muitos usuários poderão inserir outros elementos, que não são obrigatórios e que você verá na sequencia, no trabalho. Clique na imagem a seguir para fazer o download. Uma página se abrirá, você deve clicar em "Click here to start download" para que seu download seja iniciado.

Elementos obrigatórios

Em um trabalho acadêmico, existem elementos da estrutura considerados obrigatórios, ou seja, se você se esquecer de colocá-los perderá pontos. Eles são:
  • Pré-textuais (elementos que vêm antes do trabalho propriamente dito)Capa, Folha de Rosto, Resumo, Sumário (por falar em sumário, aqui fica a dica de artigo para criação de sumários automáticos, clique aqui para acessar).
Essa é a relação de elementos essenciais, mas se você achar necessário, poderá adicionar uma página de errata (corrigindo algum erro verificado após a impressão do trabalho e sem tempo para correção), folha de aprovação, dedicatória, agradecimentos, epígrafe (que é uma frase que você julgue impactante para seu trabalho), lista de ilustrações, lista de abreviaturas e siglas e lista de símbolos.
  • Textuais: seu trabalho, com introdução, desenvolvimento e considerações finais.
  • Pós-Textuais (elementos que vêm depois da conclusão do seu trabalho): Referências. Outros elementos adicionais são: apêndice, anexo e glossário.

Numerando as páginas

Como já foi dito, o arquivo de download não possui o número de páginas. Mas a contagem é simples: a partir da folha de rosto de seu trabalho, na segunda folha, você pode iniciar a contagem pelo número 1.
Porém, você não deve colocar a numeração em nenhum elemento pré-textual. Deste modo, a primeira página a apresenta numeração será a folha referente a Introdução, antes dela, as folhas são contadas mas não devem ter numeração. Estes números de páginas devem constar no canto superior direito da folha.

Margens e espaçamento

Como você pode verificar no arquivo baixado, as margens do trabalho devem ter os valores de Superior: 3 cm; Esquerda: 3 cm; Inferior: 2 cm e Direta: 2 cm.

Esses são os valores de base para a apresentação do seu trabalho, lembrando que todo o desenvolvimento do texto deve ter os parágrafos justificados. Os espaços entre linhas devem ser de 1,5, com exceção das citações longas que são apresentadas em espaços simples e deslocamento de 4 cm em relação à margem, como explicamos anteriormente.
Dependendo da instituição de ensino, as fontes permitidas podem variar entre Times New Roman e Arial, mas o tamanho é sempre 12.

Numeração de seções

O conteúdo do seu trabalho é dividido em seções. Mas se a dissertação possuir mais de uma subdivisão de seção, a numeração desses itens deve ser organizada da seguinte maneira:

Bom, é isso. Seguindo essas regras você tem tudo para se dar bem e evitar múltiplas correções de formatação nas mãos de seus professores. Essas regrinhas funcionam como uma receita de bolo, basta fazer tudo de acordo com o padrão estabelecido e você só precisará se focar em sua própria dissertação, não se preocupando mais com as confusões normativas. O TecMundo deseja a você bons trabalhos e sucesso em sua carreira acadêmica.